Modelos de MP3

Junho 26, 2008 por robsonmachado

 

Hoje esse aparelhos ja viraram “moda”, então os preços cairam consederavelmente.

Esses dois aparelhos abaixo por exemplo o primeiro custa R$127 e o segundo R$84.

Aplicações na Comunicação

Junho 26, 2008 por robsonmachado

E a moda dos downloads legais e gratuitos de músicas sem DRM começa a espalhar-se. Agora também na França, pela mão do serviço de música online Artist que comercializa downloads de faixas em MP3 sem DRM. Dentro de um a dois meses deverá lançar um modelo de downloads “gratuito, legal e ético” mediante o visionamento prévio de um anúncio publicitário de 30 segundos, como se pode ler no seu site. A especialista em marketing musical Sylvie Krstulovic adianta mais pormenores numa entrevista com os fundadores da plataforma digital (via Ratiatum). Podem ouvir o podcast em francês a partir daqui. Até ao momento já foram estabelecidos acordos com alguns anunciantes, em particular empresas de turismo e de informática, bem como instituições bancárias.

Criado há cerca de dois anos, o Airtist conta com o invejável número de cinco mil visitantes por dia. O problema é que até hoje apenas foram efectuados dez mil downloads pagos. O site conta com um catálogo de 478 artistas independentes e mais de sete mil faixas, todas em formato MP3 com bit rate de 192 Kbps. Para efectuar downloads a pagar, o utilizador tem que abrir uma conta com um carregamento superior a dez euros. O preço é fixado pelo artista, começando nos 20 cêntimos por música. Para que os artistas possam ver as suas obras distribuídas no Airtist precisam de pagar 40 euros de inscrição. A nova funcionalidade Aircasting veio no entanto introduzir um sistema de recomendação social em que o público pode votar nos “novos talentos” que considere melhores de forma a que os mais votados possam vender a sua música de borla.

O problema destas plataformas de música online com anúncios que ultimamente têm vindo a ser anunciadas – tanto as que optam por acorrentar o utilizador a uma tecnologia de DRM – SpiralFrog e Qtrax, sobre os quais eu falei aqui -, como as que rejeitam este tipo de medidas de protecção tecnológica – We7, já abordado aqui – é que, por mais que se tente, as pessoas que já efectuam downloads de música através de redes de partilha de ficheiros não vão agora mudar para um serviço onde podem encontrar menos variedade que no BitTorrent ou no eMule e têm que suportar anúncios intrusivos que por vezes até provocam uma lentidão no funcionamento do computador, como aponta correctamente a CNet UK. Nesse sentido, um exemplo de um serviço bastante promissor poderá ser o Playble, uma iniciativa ligada aos suecos do Pirate Bay que pretende respeitar os direitos do utilizador – downloads gratuitos e legais – e ainda recompensar os  artistas, na medida em que é o próprio fã que determina a mensalidade que pretende pagar por mês. Tudo isto sem DRM e sem publicidade chata.

MP3 Uma “guerra” por seus direitos

Junho 26, 2008 por robsonmachado
O veredicto judicial contra a Microsoft devido ao uso do formato MP3 ameaça gerar uma onda de processos contra centenas de companhias, como a Apple ou a Yahoo, que utilizam a tecnologia na qual se apóia a revolução da música digital.

Um tribunal federal de San Diego (Califórnia) multou a Microsoft na quinta-feira em mais de US$ 1,5 bilhão por violar duas patentes relacionadas à conversão do formato de áudio MP3, de propriedade da fabricante de equipamentos de telecomunicações Alcatel-Lucent.

O alto valor da quantia, a maior fixada nos EUA em um caso de patentes, explica-se pelo fato de levar em conta o número de computadores pessoais com o sistema operacional Windows que foram vendidos no mundo todo desde maio de 2003.

No entanto, além das implicações deste caso para a Microsoft, que anunciou que apelará da decisão, o veredicto poderia ter grandes repercussões na indústria, dado a disseminação do MP3, método de distribuição de música mais utilizado e que permite aos usuários ouvir áudio em computadores, telefones e outros artigos portáteis.

“Preocupa-nos que esta decisão abra as portas para processos contra centenas de companhias que compraram os direitos para o uso do MP3 do Fraunhofer”, disse Tom Burt, assessor legal da Microsoft, em comunicado.

A Alcatel-Lucent não esclareceu se planeja ou não empreender novas ações legais contra outras empresas.

Cerca de 400 companhias usam esta tecnologia, da Apple com seu iPod ou sua loja on-line iTunes até a Yahoo com seus serviços de assinatura de música, a Samsung e a Real Networks, de acordo com a Thomson Technology, uma companhia que representa o Instituto Fraunhofer.

A demanda data de 2003, quando a Lucent – companhia adquirida no ano passado pela francesa Alcatel – denunciou os fabricantes de computadores Dell e Gateway sobre o uso desta tecnologia em um caso que se estendeu à Microsoft, o fabricante do software utilizados por estes computadores.

Precisamente, está em jogo a maneira na qual o software Windows Media Player reproduz arquivos de áudio em formato MP3, uma disputa que se estende ao novo sistema operacional da Microsoft, o Windows Vista.

“A Alcatel-Lucent poderia optar por diferentes estratégias”, disse à “News.com” Robert Yoches, sócio da firma especializada em propriedade intelectual Finnegan Henderson.

Se a companhia acreditar que o veredicto contra a Microsoft lançará a máxima quantidade de dinheiro que se pode obter com uma ação de patentes, a Alcatel poderia não estar interessada em processar outras empresas e, portanto, preferir não se arriscar a que outro tribunal invalide sua patente, disse Yoches.

Se, pelo contrário, achar que poderia obter mais dinheiro com outras ações contra outras companhias, poderia chegar a um acordo com a Microsoft e depois dirigir-se contra outras empresas, disse o advogado.

A tecnologia MP3 foi desenvolvida principalmente pelo instituto de pesquisa alemão Fraunhofer e pelos laboratórios da AT&T Bell, que passaram a fazer parte da Lucent em 1996. A Alcatel adquiriu a Lucent no ano passado.

A Microsoft pagou US$ 16 milhões ao Fraunhofer pelas patentes relacionadas ao uso do MP3, mas a Alcatel-Lucent argumenta que duas das patentes foram desenvolvidas pelos laboratórios Bell antes de se unissem ao instituto alemão e, portanto, não estão incluídas na licença da Microsoft, algo que a multinacional nega.

Este não é a única demanda judicial que a Microsoft enfrentou esta semana.

A empresa Office Live, com sede na Califórnia, anunciou na sexta-feira que abriu um processo acusando a Microsoft de infringir o direito à propriedade intelectual com o nome “Office Live”, como se chama o software para negócios baseado na internet do gigante da informática. EFE

Fonte : Equipe G1

A História do MP3

Junho 25, 2008 por robsonmachado

MP3(MPEG Audio Layer-3)  é um formato eletrônico que permite ouvir músicas em computadores, com ótima qualidade. Assim como o LP, o K7 e o CD, o MP3 vem se fortalecendo como um popular meio de distribuição de canções. Mas porquê? A questão chave para entender todo o sucesso do MP3 se baseia no fato de que, antes dele ser desenvolvido, uma música no computador era armazenada no formato WAV, que é o formato padrão para arquivo de som em PCs, chegando a ocupar dezenas de megabytes em disco. Na média, um minuto de música corresponde a 10 MB para uma gravação de som de 16 bits estéreo com 44.1 KHz, o que resulta numa grande complicação a distribuição de músicas por computadores, principalmente pela internet. Com o surgimento do MP3 essa história mudou, pois o formato permite armazenar músicas no computador sem ocupar muito espaço e sem tirar a qualidade sonora das canções. Geralmente, 1 minuto de música, corresponde a cerca de 1 MB em MP3.

Sendo assim, não demorou muito para o formato se popularizar e conseqüentemente, deixar as gravadoras preocupadas com seus lucros. O MP3 alcançou um sucesso tão grande que quando as gravadoras se deram conta, o formato já estava presente em milhões de computadores em todo o mundo.

Como surgiu e o funcionamento do MP3

Em 1987, o IIS (Institut Integrierte Schaltungen), na Alemanha, juntamente com a Universidade de Erlangen, começou a trabalhar numa codificação perceptual de áudio para Digital Audio Broadcasting (Transmissão Digital de Áudio). Todo o trabalho resultou num algoritmo de compressão de áudio chamado MPEG Audio Layer-3, que tempos depois ficou conhecido como MP3.

Um dos objetivos da criação deste formato era conseguir reproduzir som com qualidade de CD com uma taxa de compressão razoável. Para gravar um CD, a taxa de gravação (bit rate) é de cerca de 1,4 Megabit por segundo. Em MPEG Audio Layer 1 e 2 (MP1 e MP2), as taxas são de 348 KB/s e 256-192 KB/s respectivamente. O MP3 conseguiu abaixar essa taxa para 128 e 112 KB/s. E mesmo com essa taxa mais baixa, a qualidade sonora foi mantida quase que totalmente. Isto foi possível graças às técnicas de codificação perceptual, que não é uma simples compressão de dados, mas sim, um método que consiste em somente utilizar as freqüências sonoras que são captadas pelo ouvido humano. Uma vez que um padrão de freqüência tenha sido definido para a audição humana, as demais freqüências (que não são captadas pelo homem) podem ser descartadas, já que não há razão para gastar espaço ao armazenar esses dados.

Neste ponto você deve ter percebido que as músicas originais (tanto em CD como nas gravadoras) são diferentes das canções convertidas para o formato MP3, já que trazem “excesso de informação”. Falando de grosso modo, o que o MP3 faz é simplesmente “aparar” as músicas, deixando só o que é útil.